segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Dos bandidinhos de GTA aos grandes mafiosos de Máfia 2, quem ganha a briga?

Em GTA IV, você é *Niko Bellic, um europeu que vai aos Estados Unidos em busca de melhores condições de vida e a fim de deixar seu passado aparentemente negro para trás. O game se passa em Liberty City, que desta vez faz alusões muito mais claras à cidade de Nova Iorque; é possível ver pontos característicos do local fielmente reproduzidos, como o Empire State Building, a Estátua da Liberdade e a Ponte do Brooklyn. O protagonista é, aparentemente, um imigrante europeu que vai à cidade procurando uma nova vida. Graças à engine RAGE (Rockstar Advanced Game Engine), os gráficos de GTA IV são impressionantes, com efeitos de luz e sombra muito bem feitos.

*Mafia II é o segundo jogo da franquia Mafia. Este título de ação, traz uma jogabilidade semelhante à apresentada na série Grand Theft Auto. Diferente de seu predecessor o jogo não se passa na década de 30, época da Lei Seca. A nova versão transcorre durante o período final dos anos 40, mesma época da ascensão do grande chefe da máfia Charles "Lucky" Luciano, criador do Conselho das Cinco Famílias. Explore o cenário e execute missões, seja pilotando carros ou trocando tiros as famílias rivais. Alguns homens não aceitam regras. Eles criam as suas próprias. Encare o desafio e junte-se aos "bons companheiros".

*Textos extraídos do site Baixaki jogos.



E aí? Qual a diferença?

Nas séries GTA sempre rodamos longas horas do jogo fazendo missões. Muitas são inúteis para o enredo, mas necessárias para prosseguir. Em GTA 4, Niko possui um celular que pode ser usado para fazer ligações. É muito importante pois é com ele que você consegue trabalho, marca encontros com a namorada e segue a história. Você pode digitar os números para ligar, receber torpedos e há alguns números que você pode ligar para obter carros ou coisa do tipo.
Em Máfia II, temos apenas 15 horas de diversão nas missões oficiais, mas os extras podem prendê-lo mais algumas horas no jogo, sem contar a exploração, pois a cidade é enorme e há duas versões. O único extra oficial de Mafia II é sobre as playboys. Há várias playboys espalhadas no jogo para os cuecas de plantão irem procurá-las. Depois de algumas atualizações, o jogo ganhou alguns extras a mais, como o Joe's adventures, mas não compensa.
Ao invés de sair pegando playboys, por que não sair com mulheres em GTA IV. Mesmo a ação parece estar mais presente na série GTA, sem contar as lendas que tomam boa parte de sua fama. 





Os mafiosos não moram em Liberty City!

É sempre bom tentar bancar o poderoso chefão, mas sem dúvida alguma você vai preferir andar pelas ruas de Liberty City. São mais de 50 horas de aventura em GTA contra 15 de Máfia 2. Claro que Máfia 2 é um bom jogo, sem dúvida alguma. Mas em um mês você zera, faz os extras e guarda numa caixa para lá uma outra vez que aparecer um amigo seu em sua casa, você o convidar para jogá-lo. Enquanto GTA IV garantirá a você meses de aventura apenas para zerá-lo normalmente, sem sidequests.
Enfim, se for ver por jogabilidade, gráficos e tudo o mais, os dois empatam. Mas se for analisar suas durações, você nota que qualquer GTA pode trazer mais tempo de diversão para você. Máfia 2 é um grande jogo, sem dúvida, mas GTA IV, ou mesmo o San Andreas, o supera neste quesito.



sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

As famosas Sidequests dos RPGs!

É difícil você jogar um RPG e não sentir vontade de fazer alguma sidequest no meio do jogo. Matar um chefe opcional, encontrar as melhores armas do jogo, a melhor magia, etc. Há muitos RPGs que você gasta mais horas de jogo nas sidequests do que na história em si. Na verdade, essa é a idéia de quase todos os jogos (excetuando-se a série Grandia que possui pouquíssimas sidequests). A franquia Final Fantasy veio aumentando com o passar do tempo a quantidade de extras de seus jogos. Se nós começarmos por Final Fantasy VII, por exemplo, veremos várias Sidequests que podem ser divertidas, perigosas, quase impossíveis e que fez e ainda faz muitos jogadores não largarem desse jogaço. Vamos fazer uma lista das sidequests de alguns jogos conhecidos de PSone, PS2 e PS3:


Final Fantasy VII:


  • Summons extras - Apenas Shiva, Ifrit, Bahamut e Neo Bahamut você ganha de mãos beijadas. As outras summons você ganha realizando certos eventos que vão desde simples, como pedir para alguns chocobos dançarem na fazenda (chocobo é uma ave mascote de Final Fantasy), até os mais complicados, como vencer uma sequência de chefes, descobrir um código de um cofre ou achar uma caverna no meio do gelo e derrotar uma bruxa!
  • Personagens secretos: Vincent e Yuffie, dois personagens secretos que podem ser muito úteis.
  • Limit Break LV4 - Limit Break são como ataques especiais. São de 4 níveis sendo que os três primeiros você consegue conforme os utiliza ou vence inimigos. O Limit LV4 só é disponibilizado quando você encontra um item específico para o personagem e todos os outros limits estão liberados, aí é só você usar o item no boneco e saír matando!
  • Fortaleza voadora Genilka - Clássica. A fortaleza na verdade é uma nave que caiu no mar e agora está infestada de monstros. Você acessa ela com o submarino. Nela você enfrenta monstros poderosos para evoluir mais rápido, e ainda encontra uma summon e limit break LV4.
  • Melhores armas - As melhores armas do jogo estão espalhadas pelo mundo e elas aumentam seu poder de ataque de 90 a mais de 100 pontos.
  • Criação de chocobos - Se você alugar alguns celeiros poderá criar chocobos para usá-los em corridas para ganhar itens raros que só se ganha lá (como a minha matéria favorita Final Attack). Você ainda tem a opção de cruzá-los e gerar novos chocobos de cores e habilidades diferentes para usá-los para escalar montanhas, cruzar mares e oceanos.
  • Chocobo dourado - É ganho cruzando chocobos ou vencendo um chefe opcional. Com ele você consegue viajar para qualquer lugar do mundo.
  • Round Island - Uma ilha que não está no mapa. Ela é envolta de uma grande montanha e uma densa floresta que o torna impossível de chegar até lá de barco ou aeronave, sendo possível apenas de "chocobo dourado". É lá que você encontra a melhor Summon do jogo: Knights of the round, que pode tirar até 120000 de dano dos inimigos.
  • Minigames da gold saucer - Há vários minigames neste parque de diversões para você se divertir.
  • Torre de Wutai - Há 5 chefes aqui. Vencê-los trará bons prêmios.
  • Weapons - São criaturas geradas pelo planeta com a missão de protegê-lo. Mas o que deveriam ser anjos acabam se transformando em demonios que matam sem piedade. São 3 weapons opcionais e dois obrigatórios na história (sendo que estes dois você nem precisa matar, eles morrem durante o enredo). Derrotando os weapons, você ganhará itens que podem ser trocados por  bons prêmios com um velho em Kalm Town.




Final Fantasy VIII:


  • Testes SeeD: Responda aos 30 testes e aumente seu salário. Você só poderá fazê-los de acordo com seu nível. Este é um exemplo de sidequest "obrigatória", pois você precisa do dinheiro do salário no jogo.
  • Revistas de armas: Pegue todas as revistas de armas para liberá-las nos shops. Você ainda terá que possuir os itens certos para forjá-las.
  • GFs secretos: São como summons, só que com outro nome.
  • Torre de Odin: Você tem um determinado tempo para percorrê-la e enfrentá-lo para que Odin o auxilie em suas batalhas.
  • Weapons: Há dois weapons neste jogo também!
  • Chocobos: Embora não façam muita coisa, você pode conseguí-los.
  • Shumi Village: Vilarejo escondido onde você consegue um item para invocar a Phoenix (neste jogo ela é invocada apenas por itens).




Final Fantasy IX:


  • Chocobo: Esta é a aventura mais divertida com chocobos que já tive, mais divertida que criar chocobos no FF7. Aqui você precisa usar o chocobo para escavar e encontrar itens e chocographs (fotos de tesouros no mapa). Encontrando as chocographs, você pode sair e procurar o local da foto no mapa e escavar, sempre tem itens interessantes! Vale mesmo a pena!
  • Ozma: Depois de pegar todos os chocographs, ele está num jardim no céu. É o chefe mais difícil do jogo.
  • Leilão: Participe de um leilão em Treno e consiga muitos itens.
  • Daguerreo: Cidade oculta numa cachoeira cheia de sidequests.
  • Stellazio: Doze signos do zodiaco espalhados pelo jogo. Encontre-os e entrege para uma mulher em Treno.
  • Final Diferente: Precisa-se de dois itens raros para vê-lo.




Final Fantasy X:


É o mestre dos sidequests em sua versão internacional:


  • Coordenadas e passwords: Há localidades secretas que levam a itens raros e dungeons se você digitar a senha correta ou acertar a coordenada.
  • Jetch Sphere: encontre as 10 esferas que mostram o passado do pai de Tidus.
  • Al Bhed Primers: Entenda a linguagem dos Al Bhed com 26 volumes de um livro de tradução.
  • Aeons secretos: Sim, também há summons secretos aqui.
  • Omega Ruins: Um dungeon de dar nó na cabeça de muita gente. Há dois weapons aqui também.
  • Melhores armas: Só podem ser forjadas com itens especiais para cada arma. Só neste sidequests você gasta o tempo que gasta para zerar o jogo se quiser pegar todas as melhores armas.
  • Dark aeons e Penance: Os chefes secretos mais difíceis de todos os RPGs
  • Monster Arena: O melhor lugar para conseguir esferas raras e matar monstros fortes.
  • Blitzball: Jogue partidas de blitzball para passar o tempo




Final Fantasy XII:


Eu nunca joguei este jogo, mas parece que há muitas sidequests pela pesquisa que fiz então decidi não fazer uma lista deste jogo ainda. Se quiser ajudar, deixe um comentário com as sidequests desse jogo.






Final Fantasy XIII:


Ao que parece, várias missões extras são liberadas depois de zerar o jogo uma vez.






Wild Arms 2


Conhecido pelos seus inúmeros chefes secretos poderosos.






Digimon World 3


Conseguir zerar aquele jogo já é uma tarefa árdua, ainda colocam chefes secretos e digimons para liberar e evoluir, fora os itens raros e armas poderosas escondidas no jogo e o jogo de cartas.






Chrono Cross


Outro jogo que não tem como listar suas sidequests, que são inúmeras. Além de seus diversos finais diferentes.






Xenogears


Esse jogo não tem muitas Sidequests, mas é bem longo.






Legend of Dragoon


Há algumas aventuras extras durante o jogo e 50 Stardusts para pegar alguns itens raros.


Tony Hawk's, quem nunca jogou?





Quando eu tinha meu psone, eu gostava muito de jogar Tony Hawks, afinal, quem não gosta? Eu não gostava muito era do primeiro e do terceiro jogo, mas os números pares (2 e 4) eram bons! No segundo jogo, Tony Hawk's Pro Skater 2, diferente de só fazer certo número de missões e conseguir medalhas como no 1 e 3, você devia conseguir dinheiro. Não precisava juntar, você tinha um número máximo de dinheiro que aumentava a cada missão e nunca diminuia e outro número equivalente aos ganhos que você gastava nos upgrades do Skate, que eram muitos! Tinha um monte de desenhos diferentes, você podia mudar várias peças do Skate e pagava por isso. Os famosos "Stats" do 1 e 3 eram comprados aqui, e ficava cada vez mais caro a medida que ia comprando. Vencendo os torneios, você ganhava, além da medalha típica, um montante razoável de dólares para gastar. Eu me divertia jogando Tony Hawk's 2 Pro Skater até finalmente conhecer o 4, no qual eu me apaixonei!








Em Tony Hawk's Pro Skater 4, você voltava as famosas "missões" sem ganhar dinheiro. O interessante aqui era que eram inúmeras missões em cada fase, e você gastava boas horas de jogo para zerá-lo, pois tinha que fazer nada menos que todas as missões! O que mais eu achei legal aqui foi o esquema das manobras. Você podia facilmente pular numa rampa, descer fazendo manual e flips, pular e deslizar num corrimão, descer fazendo manual e flips, pular outra rampa, descer bem rápido e pular outra e assim acumulando pontos como se fossem uma única manobra! Nas outras versões, quando você pulava a rampa, era sua última manobra. Mas muita manobra tem o seu preço, há missões em que você deve fazer 1000000 de pontos (um milhão, para você não ficar contando os zeros). Quando eu zerei o 4, meus dedos estavam parecendo uma "fileira de pênis de velho", sem unha, caleijado e mole!






Agora eu peço ajuda aos universitários, pois eu joguei apenas os THPS do psone, então aí vai um texto retirado de pesquisas que fiz:


Depois do psone, temos algumas versões de outros consoles que não direi aqui por que meu blog fala sobre Playstation, então vamos às versões playstationzonianas (nossa, o que foi isso?). Começando pelo PS2 temos: Tony Hawk's underground 1 e 2, American Wasteland, Project 8, Downhill Jam e Proving Ground.


Em Tony Hawk's Underground, o quinto jogo, lançado em 2003, cujo modo história tem uma história mesmo! E tem um sistema até então inovador de correr com o Skate embaixo do braço! O sistema do jogo é bastante parecido com seu antecessor. Você anda de skate por um determinado local, conversando personagens que lhe confiam missões. À sua disposição há comandos que realizam manobras das mais diversas categorias. A grande diferença neste ponto fica por conta da possibilidade de correr com seu skate debaixo do braço. Além disso, é possível dirigir veículos que vão desde carros tunning até máquinas de varrer folhas.






Em Tony Hawk's Underground 2, a jogabilidade é semelhante à dos jogos anteriores. O jogador deve cumprir vários objetivos que envolvem manobras e velocidade. O modo clássico está de volta, no qual o jogador tem várias fases para explorar e cumprir objetivos em até dois minutos, entre eles os clássicos objetivos de coletar S-K-A-T-E ou fazer combos de pontuações cada vez maiores. No jogo, o jogador pode descer do skate e explorar o mundo a pé, escalando paredes e saltando. Quando está a pé, o skatista pode pichar paredes, deixando desenhos nela. No skate, ele pode colar adesivos em paredes. Também é possível criar skatistas, pistas de skate, manobras, desenhos para pichar e até objetivos. Uma novidade no "story mode" do jogo é a possibilidade de usar 4 personagens: o personagem do jogador, o parceiro escolhido pelo jogador, o visitante e o convidado especial. Os 2 últimos são liberados quando se completam os objetivos de achar o visitante e ajudar o convidado especial.






Tony Hawk's American Wasteland é uma continuação direta de Underground 2, o princípio do jogo continua sendo basicamente o mesmo: andar de skate pelas cidades realizando manobras e cumprindo missões. A mecânica básica para a realização de manobras, na qual cada botão executa uma categoria de manobras, também. No entanto, desta vez você tem uma cidade inteira para explorar livremente, sem ter que se preocupar com as telas enfadonhas de loading entre uma pista e outra. Apesar das passagens entre um bairro e outro não serem exatamente fiéis à realidade, são um ótimo artifício para evitar que o jogador perca seu tempo mudando de fase a toda hora. Além disso, há lojas nas quais o jogador pode comprar peças de skate, roupas e acessórios, personalizando o protagonista e seu carrinho. O game se passa na cidade de Los Angeles, onde o esporte foi criado. Você está na pele de um jovem skatista que sai de casa com o simples intuito de andar de skate. Porém, ao chegar em LA, você se deve se enturmar para sobreviver. O título não acrescenta muito à fórmula, mas ainda é uma boa opção para os fãs da franquia.






Tony Hawk's Project 8 é o oitavo jogo que leva o nome de um dos mais famosos skatistas do mundo. A mecânica do jogo é basicamente a mesma dos seus antecessores; o jogo simula os mais variados movimentos possíveis sobre o skate. Contudo, desta vez há novas opções, como o modo "nail the trick", no qual o jogador controla os pés do skatista através dos analógicos a fim de realizar uma manobra diferente em slowmotion. Outra grande novidade que o título traz é o cenário, que dá acesso a todas as áreas disponíveis no jogo sem a necessidade de carregar. Além disso, na versão para PS3 e Xbox360 o jogador pode induzir uma queda, com direito, inclusive, a uma conta de hospital e um bom número de ossos quebrados. A nova e bem humorada possibilidade também foi adicionada a algumas missões, nas quais machucados são critérios para se obter o sucesso. Entre uma missão e outra, é possível explorar o cenário e realizar outros tipos de desafios, como deslizar sobre uma borda até certa distância, ou atravessar um determinado caminho andando apenas sobre 2 rodas. A história de THP8 é simples: Tony Hawk está na sua cidade atrás dos 8 melhores skatistas. Você deve, então, provar que merece entrar para o time superando seus limites em cima do carrinho. No entanto, a tarefa não é tão simples, tendo em vista que a sua posição inicial no placar geral é a 200ª. O game conta com um realismo sem tamanho no gênero, pois a animação das manobras foram todas feitas no novo estúdio gráfico da Neversoft com a tecnologia de captura de movimentos. Isso faz com que cada skatista tenha suas peculiaridades dentro do jogo também. Título indispensável para fãs do gênero e do esporte!






Tony Hawk's Downhill Jam é o primeiro jogo da série do skatista profissional Tony Hawk a mudar o foco para a corrida, e não na realização das manobras. Os objetivos do game vão desde ganhar a corrida até praticar o clássico slalom, no qual você deve passar por arcos ao longo do curso para manter ganhar tempo. Além disso, é apenas um Spin-off, algo como um jogo que não tem nada a ver com a série e é criado apenas para saciar a vontade dos fãs enquanto outro melhor está sendo desenvolvido (nossa! Acabei com o jogo agora!)



Tony Hawk's Proving Ground é o nono game da franquia e, como sempre, traz novidades. Além de apresentar uma série de aperfeiçoamentos e novas implementações, o game traz um mundo fictício 50% maior que o de seu antecessor, Tony Hawk's Project 8. Entre as novidades de Proving Ground estão as diferentes classes de skatistas — Carrer Skaters (Tony Hawk, Ryan Sheckler, Jereme Rogers e Arto Saari), Hardcore Skaters (Mike Vallely, Andrew Reynolds, Lance Mountain e Justin Dollin) e Rigger Skaters (Daweon Song e Jeff King) —, novos modos Nail-the-Trick, modalidade multiplayer melhorada e um editor de vídeos.




No Playstation 3, temos apenas dois até o momento: Tony Hawk's Ride e Tony Hawk's Shred. Ride, além das novidades na jogabilidade, vem com seu próprio controle: um JoySkate (algo como um Skate com botões?), para você jogar nele. Em Tony Hawk Shred, houve uma decepcionante notícia, parece que o jogo não fez sucesso nos EUA e pode afetar o futuro da franquia. Talvez seja simples a resposta: o tal do joystick em forma de Skate encareceu o produto e ninguém mais quer comprar. Bom, eu não entendo mais nada. Eu sou da época de escolher seu skater e sair fazendo missões pelas fases. Não joguei os do PS2 ainda, muito menos os do PS3, mas pelo que eu vi do PS2, a série tinha futuro. Espero que eles se recuperem no PS3! É isso aí pessoal, aí está uma lista inteirinha de jogos para playstation do Tony Hawk's. Espero ter ajudado em alguma coisa e vamos ficar na torcida que não termine em Shred! Não é mesmo?





Fontes: Wikipédia e Baixaki jogos

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Trilogia Playstation procura parceria

Olá amigos! Estou escrevendo este post tanto como forma de divulgar meu blog como também com o objetivo de conseguir parcerias. Mas por que eu estou a procura de parcerias? Simples! Troca de idéias, ajuda na hora de pesquisar por notícias, fazer guest posts e, é claro, aumentar o tráfego do meu blog e, consequentemente, dos meus parceiros. Fazer propaganda dos blogs parceiros será como uma obrigação para mim e, espero, que também seja assim com meus parceiros. Eu só tenho algumas condições para parceria:


Troca de banners: Se o seu blog já tem um banner, meio caminho andado!
Mais informações aqui (link para site parceiro): Vamos "nutrir" a informação que possuímos. Não é necessário ter em todos os seus posts um link para meu blog, nem o meu no de ninguém. Mas se alguém tiver escrito um post sobre o mesmo assunto, é sempre bom!
Discussões: Gostaria de fazer posts sobre jogos com a opinião dos meus parceiros, e também gostaria de participar de discussões.
Guest post: Seria bom se algum parceiro fizesse um post para mim, tanto quanto eu teria o prazer de fazer um post de minha autoria em um blog parceiro (sempre destacando o nome do autor no final do post e o link para o seu blog, é claro!)
Contato: Fazer amizade sempre é bom, então se puderem me passar seus e-mails de contato para que possamos manter contato eu agradeço.


Bom pessoal, é só isso! Se estiverem afim, basta deixar um comentário com seu nome, e-mail, link do blog, assunto (que deve estar relacionado a games, lógico!) e diga por que procura parceria, porque afinal todos temos objetivos e eu já explicitei os meus! Meu e-mail é evandro_stuarts@hotmail.com e costumo entrar bastante no MSN. Espero que este post traga muitas parcerias importantes, tais como a sua. Desde já agradeço, até mais!

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Prince of Persia - A evolução desde o Nintendinho



Quando eu joguei Prince of Persia, no nintendinho, uns 12 anos atrás, eu achei um jogo muito ruim, péssimo para falar a verdade! Mas  com o tempo eu fui me obrigando a jogar, afinal eu tinha comprado o cartucho mesmo! Se eu não me engano, já era o segundo jogo da franquia. A história era básica: Uma princesa foi raptada e você tinha 90 minutos para salvá-la. Logo, se presume que era capaz de zerá-lo em menos de 90 minutos. Eu nunca cheguei a zerá-lo, e até me arrependo, pois eu começei a gostar do jogo! Depois do NES, seus clássicos passaram para diversas plataformas até que, resolveram fazer um Prince of Persia 3D.
A primeira versão 3D veio para Dreamcast, mais tarde veio o Sands of Time do PS2 e outros consoles. Depois veio o The Two Thrones, que foi um sucesso no PS2. Estreiando no PS3, chegou em 2008 o novo Prince of Persia: Ghosts of the Past e, no ano passado, The forgotten Sands. Em Prince of Persia: Ghosts of Past, o primeiro game da aclamada série a aterrissar nos consoles de última geração (PlayStation 3 e Xbox 360) apresenta-se em uma história diferente de seus predecessores dos capítulos de Sands of Time, envolvendo agora um elemento misterioso chamado de Corrupção. Este artefato é liberado por um deus maléfico, e contém todo o mal e o perigo contidos neste mundo. Para aniquilá-lo, o Príncipe deve combatê-lo utilizando todos os recursos disponíveis, e contando também com a ajuda de Elika, uma misteriosa guerreira.
Imagens de Prince of Persia 3D:




A jogabilidade se encontra focada em acrobacias e no inovado sistema de luta. Agora o Príncipe demonstra-se muito mais habilidoso em seus movimentos, podendo balançar-se em postes, correr pelas paredes e realizar inúmeras manobras aéreas. O sistema de lutas possuem várias combinações de golpes distintas, permitindo que o jogador utilize sua criatividade para destruir os inimigos. 


Uma das principais novidades em Ghosts of Past é a luva que o protagonista veste em sua mão esquerda. Esta possui garras afiadas, que ajudam o Príncipe em batalhas e em momentos apertados da aventura. Com ela você pode agarrar-se em paredes e realizar acrobacias alucinantes.
Em Forgotten Sands, nada muito novo foi acrescentado, ou seja, continua bom como todos os anteriores. Acredito que enfim a franquia está chegando ao seu fim, a não ser que o filme embale mais algum jogo. Eu estou torcendo para um oitavo título, mas não chega tão cedo.




E3 2011 nos dias 7 a 9 de junho


Com tanta gente assim dá até vontade de ir lá dar uma olhada!

Conhece a E3? Sim, é aquele evento que fala tudo sobre o mundo dos jogos. Este ano, ocorrerá nos dias 7 a 9 de junho na Los Angeles Convention Center. Segue a lista de empresas que marcarão presença este ano:


  1. 505 Games
  2. Activision
  3. Advanced Micro Devices
  4. Atari
  5. Atlus U.S.A., Inc.
  6. Bethesda Softworks LLC
  7. Capcom Entertainment, Inc.
  8. Crave Games
  9. Disney Interactive Studios, Inc.
  10. Electronic Arts, Inc.
  11. Epic Games, Inc.
  12. Konami Digital Entertainment, Inc.
  13. LucasArts Entertainment Company LLC
  14. Majesco Entertainment Company
  15. Microsoft Corporation
  16. NAMCO BANDAI Games America Inc.
  17. Natsume, Inc.
  18. Nintendo of America, Inc.
  19. NVIDIA Corporation
  20. OnLive, Inc.
  21. Perfect World Entertainment
  22. Proximo Games
  23. Sega of America, Inc.
  24. Sony Computer Entertainment America Inc.
  25. Sony Online Entertainment LLC
  26. Square Enix, Inc.
  27. Take-Two Interactive, Inc.
  28. THQ Inc.
  29. Trion Worlds, Inc.
  30. Ubisoft Entertainment
  31. Warner Bros. Interactive Entertainment Inc.
Caramba! Algumas eu conheço, outras nunca ouvi falar! Empresas interessadas em expor na Expo E3 devem entrar em contato com  pelo número (877) 216-6264. Os preços não são tão caros assim, mas você terá que ter um jeito de ir até lá! O preço varia entre 400 e 500 dólares, isso dá entre 700 e 900 reais. Detalhes adicionais, incluindo acomodações de hotel e viagem, serão anunciados nas próximas semanas e alguns estarão disponíveis no www.E3Expo.com. Para mais atualizações e novidades da E3 Expo, siga a exposição no Twitter e no Facebook www.twitter.com/E3Expo e www.facebook.com/E3Expo.


terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Dead Nation



No início, havia copiado o texto inteiramente da Game Vicio. Citei as fontes, é claro, mas me senti tão mau que percebi que deveria editar o texto e colocar o meu ponto de vista! Na história de Dead Nation dois sobreviventes, imunes a algum tipo de vírus que transformou os humanos em zumbis, após esgotarem seus mantimentos, resolvem tentar a sorte e escapar da cidade onde estão. A história começa legal, mas depois fica meio perdida e os caras acabam indo a lugares como um cemitério, um parque e uma estação de trem (apenas para dizer que é um survival horror!).


A Housemarque afirma que seu jogo é, atualmente, o que apresenta maior quantidade de mortos-vivos em tela ao mesmo tempo (quero ver quem dá conta de matar todos sem correr uma única vez!). Dead Rising 2 também diz possuir esse título e, enquanto não é possível averiguar quem está correto, o fato é que Dead Nation realmente tem um número bem grande de inimigos correndo para cima de você. Aí vai saber, só jogando os dois para ver.


É fácil morrer, já que, quando cercado, sua vida é esgotada em questão de segundos. Porém, isso raramente acontecerá. Mesmo com a multidão se aproximando, tudo que você precisa é ter muita paciência para lidar com eles. Calmamente retroceder pelo cenário, enquanto dispara e elimina um a um os mortos que se aproximam. Desde que proceda com cuidado, o jogo em poucas ocasiões será um desafio. O uso do elemento surpresa está tão presente no jogo que chega numa parte que a gente nem se surpreende mais.


Ao mesmo tempo, quando Dead Nation tenta tornar a situação mais tensa e interessante acaba passando do ponto, deixando-a apelativa. Isso acontece em específico na parte final da antepenúltima fase, em que cerca de quatro zumbis que possuem a habilidade de chamar por ajuda estão protegidos por trás de paredes. Para eliminá-los é necessário antes quebrar a barreira, o que deve ser feito com cada um deles. No tempo em que isso é feito eles todos conseguem pedir por reforço, trazendo dezenas de mortos ao local. Some isso a todos os outros que já estavam por lá e tem-se uma situação de caos completo. É preciso ter mais sorte que habilidade em situações como essa.


Outro problema é o sistema de troca de armas. Você usa o direcional apenas, não em menus. Isso quer dizer que, quando estiver sem munição, você terá que ficar apertando os direcionais até encontrar a arma desejada. Ter um enorme estoque de armas pode levar a desvantagem, tendo em vista que grande parte das armas não são tão boas.


Apesar de todos os problemas, algo que deve ser reconhecido como positivo em Dead Nation é sua atmosfera. O jogo é bastante escuro, com efeitos de luz e sombras impressionantes. Silhuetas de zumbis se estendem pelo chão quando uma fonte luminosa está atrás deles, e ver o facho de sua lanterna quebrado pelas barras de uma grade é sempre bonito. Isso faz com que às vezes seja um pouco difícil de enxergar o que está a sua volta, mas me parece claro que essa foi a intenção da Housemarque. É só uma pena que, mesmo passando por diversos locais, os cenários sejam sempre parecidos entre si.


Acompanhando muito bem a parte gráfica está também toda a engenharia de som, que é fantástica. Você sabe exatamente de onde que o perigo está vindo por poder ouvir os passos dos zumbis, dando indicações claras tanto de sua posição quanto da distância. Além disso, os sons vindos dos pés dos personagens quando eles passam por cima de uma pilha de cadáveres é horripilante.


Jogos Mortais no PS3

Dois games foram desenvolvidos para PS3 e outras plataformas sobre os filmes de Jogos Mortais (Saw no original). Embora esses dois games não empolguem tanto quanto os filmes, vale a pena dar uma olhada. No primeiro game, de 2009, você controla o detetive David Tapp, que no filme é interpretado por Danny Glover. Preso em um manicômio abandonado, seu objetivo é escapar vivo das inúmeras armadilhas de Jigsaw, além de resolver quebra-cabeças, salvar outras pessoas e descobrir mais sobre a história. Apesar dos problemas na jogabilidade e repetição de quebra-cabeças, é um game mediano.
Em Saw II: Flesh & Blood, você joga com Michael Tapp, o filho do detetive Tapp. Na trama, o garoto é sequestrado por Jigsaw enquanto investigava a morte do pai. A sequência também foi produzida pela Zombie Studios, fazendo uso do molde do primeiro game. A diferença aqui está na possibilidade de jogar com um segundo personagem, um viciado em drogas chamado Campbell Iman, e a simplificação das batalhas, que foram reduzidas a Quick Time Events. Além de Campbell e Tapp, aparecem no game mais cinco personagens ligadas à trama – todos envolvidos com corrupção e envolvimento com drogas.
O jogo se resume a explorar os cenários, pegar os Case Files e Audio Tapes para entender melhor a história (especialmente se você não conhece a franquia), resolver quebra-cabeças e enfrentar alguns inimigos no mano-a-mano. As armadilhas aparecem em duas formas: como armadilhas de mecanismo ou com uma vítima para salvar. Estas armadilhas são os que oferecem maior desafio, com quebra-cabeças mais cabeludos e interessantes. Em outros momentos chave da história, o game deixa a decisão de salvar ou não a vítima para o jogador. Tal decisão muda o progresso da história, mas nada que altere muito a conclusão de tudo.
Quanto às batalhas, basta apertar o botão correspondente na tela no tempo certo para se defender ou bater no oponente. Há também os inimigos com espetos enfiados pelo corpo, que tentam te matar. Você pode pegar o que encontrar pelo cenário para usar como arma: taco de beisebol, pedaço de cano, madeira com pregos, etc. O uso da arma faz ela se desgastar e quebrar, então fique esperto para não ficar em desvantagem. E se a sua vida estiver por um fio, basta utilizar um Health Hypodermic para aliviar a dor, encontrado nas cabines de medicamento.
O visual do jogo permanece o mesmo, variando os ambientes entre hotel, fábrica, esgoto, etc. Não houve melhorias neste sentido. Já os personagens continuam com pouca expressão facial e animação brusca. A história é contada utilizando os flashs de cenas rápidas, característico dos filmes.
Alguns podem até achar que Saw II caiu em qualidade devido a falta de ação, que também não é tão presente no primeiro, mas temos que ter na cabeça que se trata de um game de survival horror.


Vejam as imagens, pelo menos a atmosfera assustadora dos primeiros filmes está presente:




Eu parei de olhar jogos mortais no segundo por achar mais parecido com a série Jason (só morte!) então essa aí parece nova pra mim:










Esse eu lembro do primeiro filme:


Killzone 3 não exige instalação, mas ocupa 41,5 GB em disco!

Segundo a Gamevício, site JustPushStart recebeu da Sony uma cópia adiantada de Killzone 3, e com ela vieram novas informações. A primeira é que o jogo é o novo recordista de uso de espaço em um disco Blu-Ray para o Playstation 3, ocupando 41,5 GB, pouco acima do que Final Fantasy XIII ocupa. Outra informação, essa mais relevante, é que o jogo não necessita de instalação e, segundo o site, roda perfeitamente. Certamente uma ótima notícia em tempos de jogos que ocupam cada vez mais gigabytes nos HDs. Killzone 3 chega no dia 22 de fevereiro de 2011 exclusivamente para o PS3.
Eu já havia postado algo antes sobre Killzone 3, sobre um possível acesso a versão beta de SOCOM 4 já confirmado. Mas apenas algumas cópias terão disponibilizados. Para mais informações, acesse o post clicando aqui, ou assista ao vídeo aqui.
























segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Silent Hill Downpour em desenvolvimento!

Uma notíca interessante que eu descobri na net e já corri para o meu blogzinho para postá-la. É sobre o oitavo título da série Silent Hill. Eu já havia dito antes que esse jogo teria sido anunciado durante um evento da E3 de 2010, mas agora estou com novidades quentes! O produtor Matthew Seymour, chefe do estúdio Vatra Games, revelou que o oitavo game será inspirado nos primeiros títulos da série (isso eu já havia mencionado em um post). Será uma volta às origens! Seymour confessa que os últimos jogos tinham muita ação dentro do que a franquia deveria oferecer e diz que este novo game terá como foco o horror psicológico e tem como principal inspiração o game Silent Hill 2, considerado por muitos como o melhor da série (embora eu ache o primeiro jogo melhor!).
Sendo assim, a Konami revelou os primeiros detalhes do novo Silent Hill que será lançado no PS3 e Xbox 360, desenvolvido pela Vatra Games, e que já recebeu o nome final de Silent Hill: Downpour. Segundo o que foi mostrado à revista Game Informer, a cidade Silent Hill será tão grande que vai ser preciso usar um metropolitano para viajar entre os locais mais importantes. Haverá missões opcionais, embora não tenham sido detalhadas de que tipo nem que recompensas poderão oferecer. Haverá ainda aquela velha dificuldade dos primeiros títulos. O jogador deverá evitar os combates tanto quanto seja possível, recuperando muitos elementos clássicos do gênero survival horror. Em muitos casos o melhor é atordoar os inimigos e correr.
Os chefes finais terão eventos quicktime (pressionar em determinados botões que surjam na tela) no maior estilo Resident Evil 5. A água terá um papel importante nesta história e haverá efeitos curiosos como um rio que flui no sentido contrário ao que seria lógico.
Felizmente, os locais habituais da série, como escolas e hospitais, não marcarão presença em Downpour (eu já estava de saco cheio de explorar hospitais!). No mapa da cidade podemos ver a velha zona de outros jogos, mas não iremos visitá-los.
Um ponto que pode se tornar fraco se não for bem trabalhado é a ausência de um inventário de armas. Ainda mais que as armas poderão avariar e debilitar com o uso. Vai-se manter a opção de ajustar a dificuldade dos enigmas de forma independente à dificuldade global.
Silent Hill 8 colocará o jogador no controle de um ex-prisioneiro Murphy Pendleton . O seu passado aos poucos será revelado, tal como a verdadeira razão da sua estadia na sombria cidade de Silent Hill. Previsto para outono deste ano, Silent Hill Downpour promete!









sábado, 22 de janeiro de 2011

Lista dos melhores RPGs do PSone

Futuramente postarei algo a mais sobre cada um deles, inclusive suas roms para download. Já está na hora de trabalhar com downloads em meu site, só estou estudando um pouco a maneira. Bom, sem mais enrolação, aí vai a lista:

1° Lugar: Final Fantasy VII

Com uma história cativante, misteriosa, cheia de reviravoltas e que prende você até o final. Este jogo veio em primeiro lugar no Rank pelas suas muitas qualidades. Jogando FFVII você sente na pele os problemas dos personagens principais. Você ri, chora, sente raiva e tristeza. É uma raridade. Não é a toa que hoje existam tantos Spin offs sobre a série. Seu final aberto deve ser a razão para isso. No jogo, você é Cloud Strife, um ex-soldado de uma Organização chamada Shinra e atual mercenário. A Companhia Shinra é como uma hidrelétrica que fornece energia a todos no mundo, o problema é que para isso eles extraem energia MAKO, também conhecida como lifestream, algo como o "sangue" do planeta. Fazendo isso, a Shinra está matando o planeta aos poucos. Além disso, a Companhia Shinra está longe de ser apenas uma hidrelétrica. Secretamente, os líderes desta organização governam Midgar, a cidade principal do jogo, e realizam experimentos ilegais injetando energia Mako em humanos e outros seres. Mas estes não são todos os segredos da Shinra. A criação de um Soldado mais forte que todos os outros e uma arma gigantesca que tem um poder de fogo destrutivo e um ser que caiu do espaço há milhares de anos, enfim, Cloud terá muitos inimigos em sua jornada, e muitos aliados também. Pois a ele se juntarão: o grupo AVALANCHE, um grupo rebelde que quer acabar com a Shinra, uma espécie de lobo, um robô, um ex-aviador que guarda rancor da Shinra por ter acabado com seus sonhos, uma garota vendedora de flores e ainda, dois personagens secretos que você poderá obter fazendo sidequests. O sistema de batalha de Final Fantasy VII também é muito boa, sendo a mais divertida de todos os citados nesta lista. Enfim, é um prato cheio pra quem curte RPG.










2° Lugar: Xenogears

Em Xenogears, você é Fei Fong Wong, um rapaz que não se lembra de nada sobre o que aconteceu com ele. Apareceu uma vez na vila onde mora atualmente carregado por um estranho mascarado que parece ter uma ligação forte com ele. Depois disso, Fei nunca mais havia visto-o. Anos se passaram e, após um ataque repentino na vila, Fei é forçado a usar um Gear (um robô gigante que pode ser controlado por dentro numa espécie de câmara). Ao perder o controle, Fei se transforma em uma outra pessoa completamente insana e destrói toda a vila com um poder que causa uma enorme explosão. Por sorte, os aldeões já haviam escapado antes da destruição. Porém, uma garota na qual Fei era apaixonado, morreu na explosão e todos os aldeões o culpam resultando no banimento de Fei do vilarejo. Seu amigo Citan resolve ajudá-lo mandando-o para um vilarejo próximo, e é a partir daí que a história começa a ficar legal. Fei se vê forçado a usar o Gear novamente, assim como também aprende a usá-lo bem e sem querer, acaba entrando numa aventura cheia de mistérios, traições e perigos maiores até que os líderes do mundo. Xenogears tem uma história mais complexa que Final Fantasy VII, cada povo, cada cidade do jogo tem suas culturas. Diferentes religiões, lendas sobre a origem do mundo e muitos mitos envolvem essa história. CGs não existem neste jogo, as cenas principais são apresentadas em forma de animê (embora a versão americana não tenha traduzido as cenas, deixando-as em japonês). A história tem cerca de 40 a 50 horas de jogo. O segundo CD é o ponto fraco da história, sendo linear demais. O difícil é chegar nele, este é o ponto forte do jogo!


 



3° Lugar: Grandia

Como eu já havia falado sobre ele, vou ficar só no Ctrl + C e Ctrl + V! A trama do primeiro gira em torno de Justin, um apaixonado por aventuras que decide sair de sua cidade natal em uma jornada para desvendar o mistério do conhecimento herdado de uma civilização antiga. Com o desenrolar do enredo vários personagem se juntam a ele numa batalha contra o General Baal e sua ambição de acabar com o mundo utilizando o poder dos Ancients. O jogo possui em média umas 50 horas de jogo corridas. Há apenas 3 sidequests no jogo todo, os mais exploradores não irão gostar muito dessa notícia. Os personagens falam em algumas cenas, algo raro para um RPG na época, noutras eram apenas legendas com falas. Falam durante as lutas também, quase todas as magias e ataques tem uma fala diferente, e também quando certo personagem dá um golpe final, ele tem uma fala sobre a luta. Os outros Grandias também possuem esse tipo de sistema (lógico!), mas um RPG assim no PSone era raro de se ver mesmo! Até Final Fantasy, consagrada série de RPGs, começou a pôr fala nos personagens no PS2, então é um ponto positivo para a série.





4° Lugar: Final Fantasy VIII

Squall Lionheart é um estudante encrenqueiro da escola de cadetes Balamb Garden, após um treinamento com seu rival Seifer (que mais parecia um duelo) ambos ganham uma cicatriz no rosto. Quando Squall consegue se graduar na escola e se torna um SeeD (semente, em inglês. É o cargo inicial dos cadetes), ele conhece Rinoa, que some após uma dança caliente com o mesmo. Mais tarde, ambos se reencontram e conhecem sua primeira inimiga: A bruxa Edea, que na verdade é apenas um fantoche do verdadeiro inimigo escondido nas sombras. Mas eu não vou falar muito, é melhor vocês mesmo jogarem para ver.







5° Lugar: Final Fantasy IX

Este jogo possui um dos inícios mais interessantes de jogos de RPG, mas é só! Eu gostei do sistema de aprender magia por equipamentos, mas não salva o jogo de seu péssimo enredo. Ainda assim, é um bom RPG, sendo divertidíssimo até o final do Disco 1, e caindo aos poucos até o Disco 4. O motivo para isso seria, talvez, a pressa para terminá-lo e começar o desenvolvimento do Final Fantasy X do PS2. O que faz deste jogo ganhar o 4° lugar no Rank é a sua boa comédia. Do início ao fim, o jogo é muito engraçado. Há também a opção de jogar a dois (apenas nas batalhas).







6° Lugar: Legend of Dragoon



Dividido em quatro CD's, com cerca de 10 horas de duração cada um e uma história simples, mas bem divertida. Assim podemos resumir esse jogo. Seu sistema de batalha de apertar botões para fazer sequência era uma inovação na época e, até hoje, faz muitos gastarei umas horinhas para zerá-lo. Atualmente, eu mesmo estou jogando-o, estou no meio do CD1, mas a história ainda não começou a andar. O ponto fraco desse jogo é que é muita enrolação. Você atravessa dungeons inteiras, enfrenta um chefão e, no final, viu que isso não adicionou em nada no enredo. Ainda sim, é um bom título com ótimos gráficos.







7° Lugar: Legend of Legaia



Você só controla três personagens o jogo todo: Vahn, Noa e Gala. No começo, Deus criou os céus, a terra e os mares. Para comandar este mundo, Deus criou a humanidade em sua própria imagem. Apesar de serem dotados de seu próprio espírito, os humanos foram impulsivos e fisicamente mais fracos do que as bestas selvagens do mundo. A humanidade alcançou a beira da extinção.
Para socorrer suas criações, Deus os presenteou com o místico "Seru", criaturas com aparências diversificadas que pareciam ter sido feitos de pedra. Quando um humano toca um Seru, ambos fundem-se. O homem, então, ganha poderes extraordinários, como força sobre-humana, poderes mágicos e até a habilidade de voar. A humanidade separou-se de suas origens selvagens e fundou uma civilização onde humanos e Serus viveriam em íntima harmonia.
Contudo, num dia sombrio, uma névoa misteriosa apareceu de repente. Quando tal névoa tocava um Seru, ele ia à loucura a ponto de atacar a tudo e todos em volta. Um humano fundido com um Seru dentro da névoa era transformado num monstro insano que tem sede por sangue. Essa névoa rapidamente espalhou-se de seu local de origem nas regiões de Karisto e cobriu o planeta por inteiro. A civilização humana entrou em colapsou quase que instantaneamente, e somente poucos conseguiram isolar-se desse perigo
A vila Rim Elm é um exemplo. Seus habitantes escondiam-se dela atrás de uma muralha imensa e deixavam esta proteção somente para caçar e procurar por comida: um perigoso e, algumas vezes, mortal esforço. Um jovem chamado Vahn, de 15 anos, brevemente embarcaria em sua primeira caça, depois do evento em que os caçadores voltaram não com a comida, mas com um amigo de infância de seu pai: Juno, que havia sido vítima de um seru e morreu. Tal tragédia relembra aos habitantes de Rim Elm da situação precária de sua vila. Durante a noite, a vila acorda com o barulho da batida em seus portões; quem estava batendo era um indivíduo que revela ser Zeto, um servidor da névoa. Ele invoca os poderes de Juggernaut, uma besta enorme, para demolir a parede, fazendo com que os Serus e a névoa invada a vila. Vahn é então forçado a defender a si mesmo e a vila dos Serus invasores.
Quando menos se esperava, Vahn conhece uma entidade que estava contida na "Árvore da Vida" da vila, que chamava a si mesmo de "Ra-Seru". De acordo com o conselho do Ra-Seru, Vahn toca gentilmente a Genesis Tree e veste o poder de Meta, o Ra-Seru. Após isso, ambos reúnem os civis de Rim Elm para rezar pela árvore; revivendo-a e fazendo com que a mesma solte uma energia que, aparentemente, desintegra o Seru e dissipa a névoa.
No dia seguinte, após a cerimônia da ida de Juno ao "Valle Noaru" (o mesmo que o céu em Legaia), Vahn despede-se de Mei e os habitantes de Rim Elm e segue sua jornada. Onde mais tarde conhecerá Noa e Gala, que também conseguirão Ra-Serus e se unirão na luta contra a névoa que cobre o mundo. O jogo possui gráficos excelentes, uma jogabilidade boa e um sistema de batalha divertido.







8° Lugar: Wild Arms 2

Em apenas dois CD's, Wild Arms consegue ser um dos RPG's simples a se destacarem aqui nesta lista. O sistema de batalha é simples, mas tem seu charme. A história é legalzinha e também tem mais ou menos 50 horas só de sidequests para os mais aventureiros.



9° Lugar: Dragon Warrior VII

Este jogo é o RPG mais cheio de clichê que eu já joguei. O sistema de batalha e de aprender técnicas é o mais simples. Mas a difículdade e os puzzles são o que me atraem neste jogo. Dragon Warrior VII pode proporcionar centenas de horas de jogo, embora tenha um gráfico simples demais e enjoativo comparado com os títulos anteriores. A história também é simples. Há anos atrás, Demon Lord (é esse mesmo o nome do vilão) destruiu o mundo e morreu numa batalha épica, deixando apenas uma ilha com poucos sobreviventes. O tempo passou e o escolhido para restaurar o mundo nasceu: Você! Escolha o nome do personagem principal e viaje pela sua ilha descobrindo os mistérios do passado até descobrir uma maneira de viajar ao passado e impedir que as outras ilhas que haviam sido destruídas sejam destruídas, restaurando o mundo.



10° Lugar: Digimon World 3

Este jogo é outro simples demais, igual o citado acima. Basicamente, você precisa derrotar os quatro líderes das quatro cidades para entrar em um torneio. Mas algo sai do controle e você acaba tendo que enfrentar inimigos poderosos. Apesar do sistema de batalha enjoativo, Digimon World 3 tem seus desafios e podem lhe proporcionar mais ou menos umas 70 horas de jogo se quiser fazer 100%. Tudo isso em apenas um CD.